Falta pouco menos de um mês para o lançamento de Marvel vs. Capcom: Infinite e, embora a maior parte da discussão sobre este jogo se concentre entre a ausência até agora dos X-Men no elenco e o visual dos personagens, há também diversas qualidades e características que fazem valer a pena dar uma olhada no novo crossover da Capcom Marvel nos games.

Uma delas é o modo história cinematográfico, que segue a tendência do gênero de luta iniciada em títulos da NetherRealm - e algo que a Capcom não soube implementar muito bem em Street Fighter V, por exemplo. Agora, tivemos a oportunidade de conferir a primeira hora do modo em MvC: Infinite, e abaixo separamos sete coisas que você precisa saber sobre esta campanha - e cuidado com alguns spoilers.

Marvel vs. Capcom: Infinite chega em 19 de setembro para PlayStation 4, Xbox One e PC. Não deixe também de conferir nossos outros materiais especiais sobre o game:

Fusão de universos

Se você não viu nenhum trailer ou notícia sobre a história de Marvel vs. Capcom: Infinite, eis a sinopse: Ultron e Sigma, vilões e androides com um ódio pela vida orgânica, decidem aniquilá-la fundindo os universos de Marvel e Capcom com a ajuda de duas Joias do Infinito - as mesmas no centro da atual saga da Marvel nos cinemas. Com isso, cabe aos heróis de Marvel e Capcom deter esta nova ameaça.

Corrida pelas Joias do Infinito

Para derrotar Ultron Sigma, uma coalizão entre Marvel e Capcom liderada pelo Capitão América decide que a melhor maneira de pará-lo é coletar as Joias do Infinito restantes. E o guia para estas poderosas pedras é ninguém menos do que Thanos, libertado pelos heróis de uma prisão. Sendo assim, boa parte da história deve se concentrar em uma caçada pelas joias, com os heróis viajando por diversas partes deste novo universo - e com o vilão em seu encalço.

Os cenários estão excelentes

O jogo foi alvo de diversas críticas pelo gráfico dos personagens (embora a nova build que jogamos, quase finalizada, já mostra melhorias sensíveis no rosto de Chun-Li, por exemplo), mas os cenários, em contrapartida, estão impecáveis. Das savanas de Valkanda (fusão de Wakanda, do Pantera Negra, com Valhabar, de Monster Hunter) à tecnológica XGard (que une Asgard com Abel City, de Mega Man X), a mescla de elementos é um show a parte, e vale prestar atenção ao cenário entre um combo e outro.

O vírus Ultron Sigma

Embora o vilão principal do jogo seja bem claro, Marvel vs. Capcom: Infinite também tem uma cota de antagonistas que deve se opor ao grupo de heróis - M.O.D.O.K., por exemplo, é um deles. Mas a trama também é passível de algumas reviravoltas já que Ultron Sigma pode infectar qualquer corpo orgânico com seu vírus. Thor é infectado logo no início da história, e vemos ele trocando de lado.

Problemas de Street Fighter V se repetem...

Só jogando a primeira hora, podemos ver que o modo história de Marvel vs. Capcom Infinite é bem melhor que “A Shadow Falls”, a campanha de Street Fighter V, mas alguns vícios persistem. Alguns deles são as transições em fade-to-black que quebram o ritmo da narrativa (ainda que com telas de carregamento mais rápidas que as de SFV), e um excesso de lutas contra minions insignificantes - aqui, eles são drones de Ultron Sigma, entre outros inimigos.

...mas proporcionam modos interessantes

Por outro lado, o modo história traz algumas propostas em termos de gameplay que nem mesmo a NetherRealm, referência no setor, faz em seus jogos. A Capcom não teve medo de subir a dificuldade quando necessário, criando alguns “chefes” no meio da campanha (uma luta contra o Hulk chama a atenção) e também tem alguns embates diferentes, como, por exemplo, um em que você deve derrotar dez drones antes que eles derrubem os muros de Valkanda.

Uma olhada no que vem por aí

Marvel vs. Capcom: Infinite ganhará novos personagens depois do lançamento e, assim como em SFV, o modo história dá um gostinho de seu visual. No início da história, podemos ver logo de cara o Pantera Negra e um dos caçadores de Monster Hunter, que torna-se súdito de T’Challa em Valkanda.