O lançamento do League of Legends: Wild Rift foi um sucesso. O "LoL para celular" chegou ao Brasil na segunda-feira, 29 de março de 2021, e mostrou o impacto de mais um título da Riot Games sendo lançado. Milhares de jogadores correram para as lojas do Android e iOS para baixar o jogo, e as equipes de esports não demoraram para pular na conversa.
Pelo sucesso no League of Legends e VALORANT no cenário competitivo, é claro que os esports não ficariam muito longe do futuro do Wild Rift. Enquanto a Riot Games se posicionou dizendo que mais informações sobre o competitivo do jogo serão compartilhadas no final deste ano, diversas organizações já começaram a criar equipes e se movimentar para sair na frente do jogo que promete mudar o já extremamente quente cenário mobile do Brasil. Confira abaixo a lista de equipes procuradas:
Equipes já com elencos no Wild Rift: Rensga Esports, Vivo Keyd, Los Grandes, SS e-Sports e GOAT.
Equipes que se posicionaram sobre o Wild Rift, mas não formaram elencos: Corinthians eSports, RED Canids, Santos eSports, MIBR, Team oNe, INTZ, W7M Gaming, paiN Gaming, FURIA Esports, Fluxo, Vorax, Havan Liberty, LOUD, GOD Esports, Black Dragons e B4 eSports.
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Equipes que ainda não responderam: KaBuM! e-Sports e Imperial eSports.
Abaixo, você confere a resposta oficial das demais organizações procuradas:
Corinthians eSports
Lorenzo Jung, diretor de operações de esports do Corinthians/IGC: "A Riot Games vem tendo um histórico incrível com os seus diferentes cenários competitivos e acreditamos que, com ativações corretas da comunidade, o Wild Rift pode seguir o mesmo caminho.
Estamos sempre de olho em cenários de esports emergentes, seja de mobile, PC ou console".
Imagem: Corinthians
Rensga Esports
A Rensga teve a formação de sua equipe profissional de Wild Rift anunciada com exclusividade pelo The Enemy. Segundo Djary Veiga, CEO da organização, o projeto da equipe nunca se limitou a apenas uma modalidade, vendo no Wild Rift uma boa oportunidade de expansão. Confira abaixo o elenco:
- Cassius "Cr7DaBaixada" Ramos
- Leandro "Novais" Melo
- Lucas "Coudy" do Vale
- Nicolas "Kaisen" Araújo
- Matias "Leuhan" Nahuel
- Miqueias "Naker1" Domingos
Imagem: Rensga
RED Canids
Segundo Felippe Corradini, CEO da RED Canids, a organização confia na credibilidade da Riot Games de entregar mais um jogo e um esport com excelência para o cenário competitivo. Sucinto sobre uma potencial expansão para o Wild Rift competitivo, Felippe comenta que "Sim, está nos planos da RED (ter uma equipe do jogo)".
Imagem: RED Canids
Vivo Keyd
A Vivo Keyd foi uma das primeiras organizações brasileiras a pular no barco do Wild Rift, antes mesmo do jogo chegar ao Brasil (jogadores jogavam em outras regiões via VPN). A equipe foi formada no dia 19 de janeiro de 2021, e conquistou diversos títulos em campeonatos de comunidade desde então. Este é o atual elenco da organização:
- Carlos "Huya" Santos
- André "Zero8" Tavares
- Juninho "MouseGOD" Silva
- Pablo "Lord Flash" Rebonato
- Marcos "Marq1n" Paulo
- Marcus "JuninhoMP" Junior
Imagem: Vivo Keyd
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Los Grandes
A Los Grandes, conhecida no competitivo mobile por sua equipe de Free Fire, foi uma das primeiras organizações a entrar no Wild Rift no dia de seu lançamento no Brasil. Com algumas figuras conhecidas da comunidade, a guilda agora quer brilhar no universo do League of Legends. Confira abaixo a escalação:
- Felipe "Whited" Mateus
- Luis "MixRJ" Felipe
- Guilherme "Padaria" Paz
- Talles "Mist" Alexandre
- Linniker "Fusion" Maciel
Imagem: Los Grandes
Santos eSports
Assim como as outras organizações, o Santos também acreditava no potencial do Wild Rift de chacoalhar o cenário competitivo mobile. O Peixe não tardou para seguir a concorrência e anunciar a sua equipe competitiva no começo de abril, já participando de campeonatos amadores e da comunidade.
- Hiago "Shiso" Musubi
- Gabriel "DOOPA" Doopa
- Lucas "Zrk" Souza
- Marcos "Adol" Pina
- ABH
Imagem: Santos eSports
MIBR
O MIBR, uma das tags mais tradicionais dos esports no Brasil, ainda não está presente no cenário mobile. Ainda asism, segundo posicionamento oficial da equipe enviado ao The Enemy, a organização está de olho no mercado e na comunidade, mas vê iniciativas como "promissoras". "Estamos atentos e estudando os principais títulos. Se entendermos que é uma boa oportunidade para os nossos torcedores, patrocinadores e o MIBR, estaremos no Wild Rift".
Imagem: MIBR
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Team oNe
A Team oNe, campeã do CBLoL 2017, também tem interesse em seguir no cenário do jogo através do Wild Rift. Segundo Bruno "Buzz", diretor da organização, a segurança de ser um título da Riot Games com a grande comunidade por trás chama atenção. "Pretendemos ter uma equipe, sim. Faz um tempo que estou de olho na modalidade e ansioso para ver o que o futuro nos reserva. Feliz por mais uma vez participar dos primórdios de uma modalidade promissora dos esports".
Imagem: Team oNe
INTZ
Maior campeão da história do CBLoL e presente no sistema de franquias da Riot Games no PC, o INTZ procura seguir a liderança da Riot na criação de modalidades de esports. Segundo Luan Almeida, gerente de Mobile Esports da organização, os grandes números que o Wild Rift msotra já são muito promissores, mas aguardarão o investimento no cenário de esports. "Estamos aguardando os primeiros passos do cenário para fazermos movimentos competitivos. Enquanto isso, trabalharemos com nossos streamers e influenciadores para estar presente no dia-a-dia da comunidade do jogo".
Imagem: INTZ
SS e-Sports
Campeã da LBFF 3, a SS e-Sports é mais uma organização oriunda do Free Fire que estará presente no League of Legends: Wild Rift. Assim como a Los Grandes, a SS divulgou no mesmo dia do lançamento do LoL mobile a sua mais nova equipe de esports. Confira o elenco abaixo:
- Kevin "KevLev"
- João "Chrollo"
- Kauan "Konol"
- Fábio "Maque"
- Alex "Promode"
- Jeferson "Rhap"
Imagem: SS e-Sports
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W7M Gaming
Segundo Felipe Funari, diretor da W7M, que está presente principalmente no Counter-Strike, a Riot Games é o grande diferencial para a organização ficar de olho no jogo, e que trabalharão com criadores de conteúdo para fortalecer a comunidade neste momento. "Faremos um pequeno campeonato de Wild Rift no nosso canal na Twitch para começar a explorar a linguagem dessa nova modalidade e comunidade, abrindo portas para o futuro".
GOAT
A GOAT (Greatest Of All Time) é uma organização recém-formada e dirigida pela Outplay. Apesar de nova, a GOAT entrou com muito barulho no cenário competitivo com Wild Rift. O elenco é formado por alguns dos principais jogadores de MOBA para celular do país, com pros vindos dos cenários de Vainglory e Arena of Valor - incluindo No Mercy, eleito melhor jogador mobile de 2018 pelo Prêmio eSports Brasil e finalista em 2019 e 2020. Confira o elenco abaixo:
- Maick "NoMercy" Barbosa
- Alejandro "SrMusTer" Cabrera
- Matheus "ElWindRJ" Braga
- Santiago "Mengueche" Freitas
- Gabriel "ManoFrizer" Pontes
Imagem: GOAT
paiN Gaming
Segundo Thomas Hammence, CEO da paiN, o cenário mobile já é a principal plataforma do mercado de games, e a a organização têm investido em equipes das modalidades de Free Fire (mobile e emulador), e o Wild Rift tem o potencial inegável de sucesso, então a organização provavelmente terá uma equipe no futuro.
"Além disso, ter a Riot Games por trás do título é sinônimo de qualidade na entrega de um ecossistema, seja competitivo ou não, bem estruturado. A paiN está com os olhos bem abertos para as oportunidades e pretende voltar com novidades para a torcida em breve".
Imagem: Walter Mattos/paiN Gaming
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FURIA Esports
Uma das principais organizações de Esports no Brasil, presente em modalidades como League of Legends, VALORANT, CS:GO e Free Fire, a FURIA falou através de seu CEO, Jaime Pádua. Pela demografia dos gamers no Brasil, a predominancia do mobile faz com que a organização preste muita atenção no jogo, já prevendo um futuro brilhante.
"Creio que teremos uma equipe sim, o jogo se adequa em alguns pré-requisitos que buscamos quando avaliamos investir em uma nova modalidade. Na minha visão, caso a curva de aprendizado não seja tão longa, acredito que teremos os melhores atletas do mundo em um futuro próximo".
Imagem: FURIA Esports/Nike
Fluxo
Campeã da LBFF 4 de Free Fire e uma das organizações com mais tração nas mídias sociais - muito pelos seus fundadores, Nobru e CEROL, o Fluxo está em concentração para o Campeonato Mundial de Free Fire, que acontece em maio. A equipe optou por não se posicionar acerca de investir no cenário do Wild Rift neste momento.
Imagem: Fluxo
Vorax
Presente no League of Legends e VALORANT, dois títulos da Riot Games, é claro que a Vorax não deixaria de ficar de olho no Wild Rift. Segundo Marina Leite, CEO da organização, os grandes trunfos são a Riot Games e a plataforma (mobile), além do jogo ser dinâmico e acessível. Porém, ainda tomarão algum tempo para formar sua equipe.
"Estamos observando o desenvolvimento do cenário e também do possível calendário competitivo do Wild Rift. Pretendemos lançar uma equipe no momento que entendermos ser o mais adequado, assim como foi com VALORANT", disse Marina.
Imagem: Vorax
Havan Liberty
Para a Havan Liberty, através de seu diretor de Esports, Vicenzzo Mandetta, o Wild Rift seguirá um caminho semelhante ao do VALORANT pós-lançamento, no qual a Riot fez parcerias para campeonatos antes de criar seu cenário oficial, que fez o jogo deslanchar como esport.
"O Wild Rift tem tudo para ser um sucesso no ambiente competitivo, mas a Havan Liberty vai tomar ações parecidas com as que tomamos no VALORANT: esperar o cenário se desenvolver mais, estudar o jogo, a comunidade e o ecossistema para então contratarmos um elenco que nos representará", disse Vicenzzo.
Imagem: Havan Liberty
LOUD
Aclamada pela legião de fãs, a LOUD é uma potência no cenário mobile e entrou para o mundo do League of Legends este ano com muito barulho. A junção dos dois mundos parece muito clara para a organização, e Jean Ortega, co-fundador da LOUD, vê o potencial do game e o prestígio da Riot Games no cenário de esports. No entanto, aguardarão as oportunidades aparecerem conforme o cenário se desenvolve.
"A LOUD montará uma equipe contanto que o mercado atenda às nossas condições. Criamos um processo muito completo para identificar oportunidades e talentos, e esperamos ter uma estratégia sólida em um ambiente saudável para investir na modalidade", comentou Jean.
Imagem: LOUD
GOD Esports
A GOD Esports é um nome conhecidíssimo do Free Fire nacional, finalista da última LBFF. Com a aparição de mais uma potência mobile através do Wild Rift, pode ser a primeira incursão da organização dentro do mundo do League of Legends. Claro, há muito a acontecer e ser estruturado no jogo e na parte competitiva, mas Brunno "FORNAX" Zanini, gerente da GOD, vê potencial no jogo.
"Pretendemos expandir a GOD para outra modalidades, temos conhecimento e experiência no cenário mobile, e isso pode ser um diferencial para aproveitar a onda de uma modalidade que está surgindo já em alta com uma comunidade por trás", disse.
Imagem: GOD Esports
Black Dragons
Conhecida por suas equipes de FPS, mas também presente no cenário mobile com Free Fire e PUBG Mobile, a Black Dragons anunciou sua equipe de Wild Rift no começo de Abril, após dizer ao The Enemy a sua intenção de ingressar na modalidade.
- Davi "Gualbertinho" Gualberto
- Rafael "caryy" Dantas
- Felipe "Mike" Michels
- João "Petroni" Petroni
- Luiz "Sonyy" Carlos
Imagem: Black Dragons
Flamengo eSports
Campeão no League of Legends e também com uma equipe de Free Fire, o Flamengo vê grande potencial no Wild Rift, misturando o sucesso de LoL com o do mundo mobile. Fred Tannure, Diretor do Flamengo, disse ao The Enemy que o rubro-negro carioca criaria uma equipe, e em abril o elenco foi anunciado.
- David "Angra" Senn
- André "Ranker" Cardoso
- Wallison "9Six" Ferreira
- Daniel "Lycan" Souza
- Wesley "Mithy" Silval
Imagem: Flamengo eSports
B4 eSports
Figurinha carimbada da Liga Brasileira de Free Fire desde 2020, a B4 eSports sempre está entre as finalistas do maior campeonato mobile do país, e a chegada de uma nova modalidade também pode ser a esperança de novos ares para a organização. Antônio Archer, CEO da B4, destaca que já estavam analisando o lançamento de diversos outros MOBAs nos celulares, mas nenhum com o potencial que o Wild Rift tem.
"Confiamos muito na Riot como produtora do jogo e desenvolvedora de um cenário competitivo, e sim, pretendemos ter uma equipe de Wild Rift no futuro, mas precisamos ainda entender como o competitivo irá se comportar para entrar da maneira certa na modalidade", completou.
Imagem: B4 eSports
Só Agradece Esports
Fundada por Baiano, streamer e ex-pro player de League of Legends, a Só Agradece Esports contratou de cara jogadores consagrados do cenário mobile de MOBA e até do League of Legends, com a cereja do bolo sendo o consagrado técnico Djoko, que deixa o LoL de lado para se aventurar na modalidade de celular. A equipe é considerada favorita em diversos campeonatos que participa, e já venceu títulos nos últimos tempos.
- Júlio "9Norvas" Pereira
- Rayan "Letter" de Castro
- Patrick "SuitS" Castelanno
- Antônio "Maynah" Costa
- Lucas "Sight" Teodoro
Imagem: Só Agradece Esports
TSM FTX
A TSM, uma das organizações mais consagradas do League of Legends norte-americano anunciou na quinta-feira (08/07) uma equipe 100% brasileira de Wild Rift, pegando todo o cenário de surpresa. A equipe havia contratado a streamer Mayumi para a organização em janeiro, mas não havia menção de investimentos em outras áreas até o lançamento da equipe de Wild Rift, contendo sete jogadores, comissão técnica e gerência.
- Inzone - Rota do Barão
- Sonyy - Rota do Barão
- Tetis - Selva
- Mike - Meio
- Danz0r - Atirador
- Petroni - Atirador
- Carlito - Suporte
- Kaiba - Técnico
- Anak - Analista
- Kaisz - General Manager
- Shad - Manager
Imagem: TSM FTX