B. saiu de licença-maternidade e quando voltou ao emprego, descobriu que não tinha mais emprego. O que deveria ser apenas uma lenda urbana (mulheres demitidas depois de engravidarem) se tornou realidade em uma das maiores agências de publicidade do país.

poison

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L. e o marido sofreram um grande trauma na vida. Ela mudou muito desde então, o marido não. L. começou a trabalhar fora como voluntária e passou a ver o mundo de outra forma. O marido pergunta por que o jantar anda demorando tanto pra sair.

E. construiu uma carreira bacana, chafurdou nos livros e virou nome requisitado na área em que trabalha. Nas poucas horas livres só pensa em dormir e assistir aos seriados da TV paga: "dá menos trabalho que sair."

V. namorou quase dez anos o mesmo cara. Quando completariam uma década de namoro, resolveu questionar se ele estava feliz em ser desempregado há mais de dois anos e quais eram as perspectivas dele para o futuro. O cara achou melhor terminar o namoro. Casou-se coisa de dois meses depois com uma amiga dos tempos do colégio, que hoje é quem paga as contas do casal.

T. é artista. Teatro, quadrinhos, produção, ilustração. Ela se pergunta por que anda tão difícil conseguir uns freelas. Uma amiga pensa em dizer que o problema é a idade e o gênero, mas prefere ficar quieta.

Depois de muito tempo de namoro virtual, R. estava disposta a mudar de cidade porque pensava ter encontrado o amor de sua vida. Mas antes que partisse, percebeu que o tal moço da cidade distante não compartilhava da mesma visão sobre a "história de amor". Para ele, o relacionamento nada mais era do que um passatempo que preenchia seus dias vazios. Ele reencontrou uma ex-namorada, que mora bem mais perto, e com quem provavelmente vai se casar. Pra quê dificultar quando se tornou tão fácil dizer eu te amo?

P. passa os dias enclausurada em um laboratório fazendo experimentos que farão parte de sua tese de mestrado. Ganha uma bolsa irrisória para fazer pesquisas científicas para o governo. Quando for aprovada, não sabe o que vai fazer da vida, mas até lá já deverá ter voltado com o ex-namorado, que mesmo tendo terminado o relacionamento duas vezes, não sai do pé dela.

G. pratica sexo casual. Diz que está bem assim, que sabe separar os sentimentos. Evidente que sente falta de uma pizza e um filminho, com uma bela massagem depois, mas isso significaria perdas emocional e financeira. Como diria T. "homem é bom pra sexo, pra conversar tenho minhas amigas." Isso explicaria os amigos gays e as idas ao banheiro acompanhadas.

L.T. pensou que uma boa maneira de "comemorar" o Dia da Mulher seria reunir todas as amigas acima para uma balada ultramegapunkroquenroll: cervejinha e refrigerante light, bate-papo sobre qualquer coisa (de novela a endometriose), com uns petiscos pra rechear o estômago das que não estivessem de regime. Só de pensar, L.T. já se sentiu cansada e preferiu usar o tempo, artigo em extinção, para escrever a Poison, com muitos dias de atraso. Ademais, ela tinha a impressão de que a maioria das convidadas não tinha muito o que comemorar (nem às avessas, como ela planejava) - o ânimo e o espírito não estavam pra festa.

Ser mulher hoje em dia é ver o acúmulo de antigos problemas femininos reunidos a outros novinhos em folha, todos envolvidos por muita culpa, choradeira, confusão mental e muito cansaço físico. Se você, homem, acha que a mulher do seu lado é feliz, repense. Provavelmente você é interessante, mas deve estar bem longe de ser o ideal. Pode deixar que a gente sabe reconhecer a fila de pretendentes batendo na sua porta, e possivelmente é por isso que estamos do seu lado, simplesmente porque o mero produto que desperte algum interesse está em falta.

Se eu sou feminista, não gosto de homens? A-D-O-R-O! Acho uma delícia, do dedão do pé à nuca, admiro e acho que são muito mais coerentes. Homens só fazem o que querem. Quando a gente chegar ao mesmo ponto, estaremos em pé de igualdade, mas para tanto a mulher tem que parar que quebrar as pernas da mulher! Não são os homens que deixam nossa vida difícil, são as mulheres, na sua incansável busca pela auto-afirmação. Há muito, muito tempo, nos contentamos com pouco. Crescemos, evoluímos, atropelamos muita gente do mesmo gênero, criamos bebezões - os filhinhos da mamãe - competimos, medimos umas às outras de alto a baixo, temos MBA, mestrado, somos PhD, comparamos, somos peito e bunda, e o companheiro do nosso lado é simplesmente o MESMO do tempo da vovó, só um pouco mais confuso e oportunista - um cara que vê a gente se descabelando, aproveita os vácuos, mas não faz a menor idéia do que fazer com tudo isso: nossa frustração, cansaço e culpa. E por não saber (ou ter preguiça em descobrir) o que fazer, não faz. Ele segue sendo o de sempre e é isso o que ele quer e pra nós basta! Coerente.

A gente? Sonha alto e ao longo da estrada vai se desfazendo de cada um de nossos sonhos, um a um. Somos uma legião de gente frustrada e sem carinho no final do dia.

Evidente que a sociedade está configurada de um modo machista, mas em vez de irmos contra o machismo que impera, a gente se adapta. A gente se adapta a tudo! E não adianta reclamar quando a gente prega que "assim tá bom". Somos desunidas, inescrupulosas e não nos protegemos. Se B. foi demitida assim que voltou de licença-maternidade, podes crer que outra mulher já está ocupando o posto que ela deixou vago. Se V. sofre pelo cara com quem namorou por dez anos, o mesmo não se pode dizer da mulher que pegou o bagaço da laranja e o trata como rei. Se E. estudou a vida inteira por que queria independência financeira (inclusive de um marido) e, ao contrário de outras moçoilas, não teve tempo para a vida pessoal, não adianta lamentar, adianta? E assim sucessivamente.

A essência da mulher se perdeu com a sua "evolução". Ganhamos estresse, ataques cardíacos, contas a pagar, um apartamento lindamente decorado onde a nossa voz faz eco, perdemos a possibilidade de escolha de ser mãe, as flores, o cuidado, a proteção. A gente se basta tanto que não cabe mais um. Nossa armadura está tão aparentemente intacta, que o tamanho do sofrimento que nos fazem passar parece só aumentar para ver até onde vai nosso limite. Mas a gente foi criada para agüentar, lembra? Então a gente agüenta! Síndrome do pânico, bulimia, estafa, anorexia, doenças tipicamente femininas e modernas. Por que será?

Comemoremos o Dia da Mulher, afinal somos uma raça estranha, uma minoria deslocada, um tipo de ser que merece um dia por que é out, bizarro, raro. Assim como os negros, as crianças e os gays, somos uma espécie de gente que pouco apita, muito ilustra e que, por enquanto, só serve pra deixar o mundo mais colorido. Ainda não encontramos nosso papel, a não ser o decorativo.

No ano que vem não mande um e-mail me felicitando pelo Dia da Mulher. Acho power point terrivelmente cafona. A cretinice da data me incomoda, e as piadas ainda mais ("e qual é o dia do homem?" "Todo dia é dia do homem..." ha-ha-ha.) Mande flores, trate-me com delicadeza diariamente e me faça um chamego. Porque se existe uma diferença é que por mais que a gente tente soterrar o fato pra ganhar mais segurança - emocional e profissional - somos estupidamente mais sensíveis e frágeis. E estamos cansadas.

*-*-*-*-*-*-*

DOSE EXTRA!

Atendendo a pedidos, aqui está a Dose Extra de Veneno , espaço reservado aos internautas do (o), que enviam missivas nem sempre educadas à colunista. Por que será, hein? ;-P

Sobre Turistas - coluna de 05/02/07

Por Luciano Rodrigues 

Acabei de ler a sua coluna sobre a "aguardada" estréia do filme Turistas (ironicamente tá passando jogo da seleção de futebol na TV...) e confesso que, apesar de ser leitor do Omelete há anos, escrever para o site Cineteatrohq, ter um blog há uns 4 anos e estar na labuta para terminar meu primeiro livro (me formei em jornalismo no ano passado), não conhecia seu espaço por aqui. Talvez porque música não seja muito meu forte. Não vou dizer que li tudo, mas li essa e a anterior, e o que mais achei interessante foi a opinião dos leitores indignados com suas críticas aos Engenheiros e ao Iron Maiden (vou ler a coluna depois). Interessante porque, num país onde os políticos discutem um aumento de 91% (meu último aumento foi de 6,5%...), onde somos obrigados a permanecer dentro de casa com medo do PCC, e não podemos ir a um estádio de futebol com medo de brigas de torcida, como as pessoas conseguem ainda chegar ao extremo numa discussão tão supérflua? Entenda, não desmerecendo a opinião ou gosto de ninguém, embora eu ache que o fanatismo não seja bom em nada, mas é impressionante que quando o Corinthians perde um jogo de goleada, tem gente que perde o dia do trabalho para protestar, enquanto há problemas infinitamente maiores que merecem atenção e passam por aí, ao nosso lado, mas ninguém acha que é importante ou que valha a pena protestar.

Tudo bem, estamos vivendo numa época em que a filosofia é ditada pelos livros (caça-níqueis) de auto-ajuda e a atração preferida da TV é o Big Brother. Até hoje não consegui agüentar mais de 2 minutos na frente da TV para tentar, ao menos, entender onde está a graça do "Grande Irmão", mas se a maioria das pessoas acha que o programa acrescenta alguma coisa (positiva), quem sou eu para dizer o contrário? Também tenho minhas opções e espero que sejam respeitadas, lógico (admito que adoro Lost). Mas, só para concluir com o assunto inicial, sobre o filme Turistas, também não tenho vontade de vê-lo, indiferente se é ambientado no Brasil, no Japão ou na Nigéria, simplesmente o filme não me atrai. Admito também que incomoda um pouco o slogan do filme (Num país onde tudo é permitido...). Mas, também não consigo entender porque as pessoas se esforçam tanto para boicotar o filme e não para mudar essa imagem. Não seria melhor poder ter uma imagem real e boa? Ou o importante é "esconder" os podres? Aliás, encontrei num blog essa ironia:

"GO HOME - 10 MOTIVOS PARA UM TURISTA ESTRANGEIRO NÃO VISITAR O BRASIL:

Isso sim é um verdadeiro filme de terror. Tirem suas conclusões..."

Tá, tirando o último, que é uma brincadeira do blog, acho que tanto eles quanto você têm razão. O que precisa mudar é a cultura brasileira, melhorar de verdade e, só então, esperar que os estrangeiros nos vejam com bons olhos.

Bom, me empolguei a escrever e, só para concluir (acho que já disse isso...), gostei bastante da sua coluna e, com certeza, espero poder lê-la outras vezes, principalmente agora que ela é "Livre". Indiferente das divergências de opiniões, mesmo que não concorde com você em alguma coisa, acho que vale a pena ler, afinal, criticar abertamente ícones de qualquer forma demanda bastante coragem para escrever, tomando o cuidado de não cair no "fazer um social". Ah, e as mensagens dos leitores (algumas) são hilárias. E espero que você não morra não, como desejou um ardoroso e incondicional fã do Iron. Se for para morrer alguém que sejam os PCCs da vida...

Um abraço,
Luciano R. Rodrigues  

Resposta 

Oi, Luciano!

Os seres humanos são mesmo surpreendentes, não são? Uma pena que ultimamente eles sejam negativamente surpreendentes. É tal superação do que temos de pior que vou te contar...

Bem-vindo à coluna, como você pôde ler, passada a primeira impressão de ela ser totalmente sobre música, dá pra notar que vai um pouco além desse assunto, dando umas pinceladas em comportamento e sociedade, né? Agora que está reformulada, a tendência é que esse lado se intensifique. Matutei, refleti, e achei que era o melhor a fazer, o mais urgente talvez.

Eu já nem espero mais que as pessoas protestem, mas que não se transformem em monstros-clones daqueles que vêem na TV e nos jornais. Temo que os exemplos do país sejam extremamente danosos, só fortalecendo o jeitinho brasileiro, o tirar vantagem em tudo, esse lado que poderíamos, se quiséssemos, modificar ao longo do tempo. Entende que não precisa de manifestação pra isso? Não precisa sequer deixar de fazer nada do que já faça, apenas talvez fazer as coisas de maneira diferente, pensando um pouco mais no próximo, na dor que certas atitudes podem causar, nas conseqüências... escrevendo, isso tudo me parece tão óbvio... quando foi que o ser humano deixou de ser humano, hein?

"Não seria melhor poder ter uma imagem real e boa?" Seria, seria muito melhor. Mas não seria mais difícil? E com tanta influência negativa, quase impossível? Mesmo assim eu não perdôo, se eu e você podemos ser diferentes, por que os outros não podem?

Vamos ver o que vira a Poison. Se ela se tornar algo "pró-social" eu acabo e pronto. Deve ser algo prazeroso também pra mim, correto? Vamos ver. Liberdade já! ;-)

Beij(o),
Luciana

*-*-*-*-*-*-*

Sobre a Poison

Por Luciano

De quem eu tenho que falar mal pra ter uma coluna igual à sua no Omelete?!?!?

Resposta

Se você escrever igual, pode falar de quem quiser...

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Sobre o fim da Poison - coluna de 09/01/07

Por Eduardo Baldez

Muita maldade... 

... mas foi engraçado assim mesmo. O "DUUUUUHHHHH", sabe? Eu acreditei! Imagina, terminar assim com a Poison, essa coluna que faz a minha alegria nos horários vagos lá no trabalho - sim, eu gosto de reler as coisas. E como é a primeira vez que eu escrevo pra coluna, não custa: gosto muito dos assuntos abordados na Poison e do seu jeito de escrever sobre eles, me diverti horrores com os fãs de Iron (imagino que você já não ache mais tanta graça, mas fala sério, "sou mais rico que você" já fez o meu dia!) e tô torcendo pra nova Poison 2.0 Turbo não demorar muito pra dar as caras no site.

Boa sorte! 

EduardoBaldezzz

Resposta

Oi, Edu!

Bom saber que divirto uma galerinha... adorei o nome pra nova fase da coluna, Poison 2.0 Turbo. Adorei!

Os fãs, os fãs... malucos, né? Eu acho graça, às vezes me desespero, mas sem dúvida alguma, as mensagens mexem comigo.

Obrigada por me ler, espero não falhar... pelo menos, não muito. ;)

Beij(o),
Luciana

*-*-*-*-*-*-* 

Sobre Turistas - coluna de 05/02/07

Por Daniel Pinheiro

Luuu... saudades suas.

Primeiro comento sobre a sua brincadeirinha de "R.I.P. Poison"... poxa... isso é brincadeira que se faça?? rsrs.

Mas passado o susto, volto a dizer (já disse alguam vez?), a Poison é uma prova viva que existe vida inteligente na Internet. Me diz uma coisa, vc tem um blog ou algo assim? Está faltando gente de personalidade na internet.

Sobre a música, ando meio perdido com tantas bandas "next big thing" aparecendo... caramba mulher, vc já reparou que a bandinha da moda se transformou na bandinha da semana, poxa, viva a liberdade... o download livre e os escambau... mas às vezes dá uma saudade de quando as coisas eram mais próximas. Sei lá... acho q a gente reclama demais né.

Gostei do novo rumo da Poison e "assassino" embaixo de sua resenha sobre o filme Turistas. Tá na cara que americano não enxerga mais do que o próprio umbigo... deixa eles sacanearem... É SÓ UM FILME, MINHA GENTE!

Por que nos Simpsons zuar o Brasil é legal e no cinema é cretino? No fim, o filme conseguiu o que queria... publicidade. Tá aí uma forma legal de promover um filme... vide Borat também... não assisti, mas me parece ser muito bom... o que acha?

Adorei o contato, Lu... siga em frente, a galera agradece.

Ah... fiquei sabendo da Revista Omelete... estás participando dela? Torço que sim.

Beijinhos 

Resposta

Oi, Dani!

Não tenho mais nada sendo publicado na Net, a coluna já me consome o suficiente, sabe? Mas olha só, procura bem que tem bastante coisa legal por aí. Não vou te indicar um site específico (além do Omelete, óbvio), mesmo porque não acompanho nenhum, mas vez ou outra leio coisas bastante interessantes sim, inclusive em blogs.

Entendo seu ponto de vista. Eu também morro de preguiça de ficar "perseguindo" a próxima ex-grande banda, por isso meio que corro por uma faixa paralela, que não as centrais, misturo meu gosto pessoal por coisas novas com coisas antigas, não dispenso os artistas que classifiquei como "meus clássicos". Às vezes é tão melhor ir buscar algo no que a gente já conhece, né? Muita informação estressa, sei bem disso...

Tô louca pra ver Borat! E não, não participei da primeira edição da revista, quem sabe nas próximas? :)

Um beij(o), querido,
Lu

*-*-*-*-*-*-* 

Sobre o fim da Poison - coluna de 09/01/07

Por Soy Yo! 

Poison está de volta!
Obrigado por atender aos apelos desesperados! hahahahahahaha

Completa a minha dose e vamos pra pista!
Bjo.

Resposta 

:)

*-*-*-*-*-*-*

Sobre o fim da Poison - coluna de 09/01/07

Por Luiz

Acabei de ler sua última coluna e, claro, segui os links para as anteriormente citadas, para saber do que se tratava - principalmente, confesso, porque gosto de Iron, que para mim acabou quando o Bruce Dickinson saiu, mas não voltou quando ele voltou - afinal hoje eu tenho 34 anos. ;-)

Só estou escrevendo pra dizer meia dúzia de coisas, a saber:

- dá gosto ler suas matérias, seu senso crítico é apurado como o meu - não, não me importo em passar por chato;

- Humberto Coitado Gessinger é um dos maiores IMBECIS que esse país já produziu. Como "músico", daria um ótimo contador. Seu "talento" como "compositor" e/ou "poeta" (note-se as várias aspas) limita-se a rimas calcadas em trocadilhos de palavras que chegam a ser INFAMES e beiram o mau gosto - tipo "calma alma minha, calminha" do, na minha opinião, não menos infeliz Zeca Baleiro;

- tais rimas, aliás, chegam a ofender o intelecto de qualquer pessoa que já tenha se dado ao trabalho de ler um ou dois clássicos da literatura, brasileira ou não - o que, empiricamente falando, não parece ser o caso da maioria dos seus leitores;

- qualquer um que acha esse cara um gênio provavelmente teve seu cérebro batido num liquidificador, deve ter caído do berço ou das mãos do médico, devia ser afogado no parto ou, no mínimo, veio da terra dele - é só ver a quantidade de "tu" que tu recebes;

- concordo em gênero, número e grau com o 1o. parágrafo, principalmente porque Army of Anyone é muito bom, tanto letra quanto música;

- e, pra descer um pouco ao nível dos defensores daquela aberração loira que TEIMA em compôr, põe qualquer um dos fãs desse MERDA na minha frente que eu transformo a cabeça dele numa sopa de sangue. Que façam fila! Ah, e pode publicar meu email se quiser/achar útil. You're not alone. :-D

Bom, era isso.

Beijo, bons textos e continue descendo o cacete em quem não presta.

Resposta

EIIIIIIIIIIIIIIII! Eu não sou chata! ;-P Criteriosa apenas. Pentelha enquanto escrevo, admito. Mas chata? Ora, pipocas...

Heuehueheueh, tô adorando seus tópicos. Opa, meus leitores lêem sim, e bastante. Não faça de todos os leitores fãs dos Engenheiros. Como a Dose Extra existe também para fortalecer o argumento geral da coluna, a de que o fanatismo é idiotizante, publico várias mensagens de fãs, não necessariamente leitores usuais da coluna. Saiba que já aprendi um bocado com os leitores, viu? Hmf.

Sem violência, carinha, sem violência. Bons argumentos bastam. Veja por si mesmo. A vontade até pode vir, de dar uns sopapos, mas não é assim que funciona, definitivamente não.

Beij(o) e escreva mais, adorei.
Lu

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