God of War ganhou uma legião de fãs e foi consagrado como um dos mais importantes jogos de PlayStation 2 já criados. Agora Kratos, o Deus da Guerra, retorna em God of War II para mostrar todo seu poder novamente.

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Como era esperado, a nova aventura do truculento espartano não faz feio: as animações belíssimas, reveladas com ângulos cinematográficos, são um prato cheio até para quem procura apenas ação rápida e despretensiosa. É impossível se cansar com as seqüências inseridas entre uma fase e outra para explicar o enredo.

E que enredo: A nova aventura de Kratos começa com a invasão da ilha grega de Rodes. A cidade portuária é o novo alvo de seu exército e, mesmo alertado por Atena, deusa da sabedoria, o guerreiro transformado em deus a ignora e continua a destruição. Mas a diversão do herói dura pouco: uma águia pousa sobre seu corpo e drena parte de sua energia, deixando-o do tamanho de um mortal. E para onde vai aquela energia toda? Para o Colosso de Rodes, a gigantesca estátua considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo, que ganha vida. Agora Kratos terá uma nova e perigosa diversão, mandar para o chão o gigante de cerca de 30 metros de altura e 70 toneladas. E o jogo ainda nem começou direito!

Não demora para que o guerreiro descubra o verdadeiro traidor - mas a descoberta custa sua vida (em mais uma estonteante animação). Obviamente, este não é o fim. Ressuscitado por Gaia, mãe dos Titãs, o "Fantasma de Esparta" precisa vingar-se e fazer justiça a todos os outros Titãs. Para tanto, Kratos precisa encontrar as Três Fiandeiras, que tecem o destino dos homens e deuses e têm a capacidade de voltar o tempo. Só assim ele poderá retroceder aos momentos anteriores à sua morte e acabar com o traidor.

É nesta elaborada trama carregada de elementos da mitologia grega que o jogador mergulha novamente. A diferença é que os gráficos estão ainda mais extraordinários, muito acima de qualquer outro título de PlayStation 2, sem esquecer a jogabilidade extremamente simples, que reúne combos tranqüilos e mortais em momentos de ação frenética, lindamente animados em cenários marcantes e belíssimos que trazem mistérios de todos os níveis.

Claro que não poderiam faltar os vilões desafiadores e personagens mais que especiais e conhecidos do público. Entre eles, Prometeu, que auxilia Kratos em sua ascensão, e chefes de fase como Cérbero, o cão de três cabeças que guarda os domínios de Hades; Teseu, o herói que venceu o minotauro do labirinto do palácio de Minos; Euríale, irmã de Medusa; Perseu, herói que decapitou a Medusa; além das próprias Fiandeiras, que o herói precisará enfrentar para apenas então chegar até o grande vilão.

Vale lembrar que, assim como o primeiro episódio, este não é um jogo direcionado a todos os públicos. Entre os golpes do espartano estão decapitações, degolamentos, rompimentos de pescoço e explosões de corpos em meio a frases como "I will make you suffer" (Eu farei você sofrer). Devido a gracejos espartanos como esses, o jogo foi classificado para maiores de 17 anos nos Estados Unidos, enquanto na Europa recebeu a classificação máxima: maiores de 18 anos.

Enfim, diante dos estertores de um console cujo tempo está acabando, surge o melhor título do PlayStation 2, um jogo honra o primeiro capítulo, com comandos simples, mas de desafio constante e mistérios intrigantes. Desde já uma referência marcante no mundo dos games, abrindo as portas para um terceiro God of War ainda mais belo e rico, assim esperamos!

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